“Lá tem vacas, cada uma com um nome: Charmosa, Mococa, Imperatriz, Donzela. Muitos macaquinhos, praticamente civilizados. À tarde, por exemplo, aparecem vários. Eu pego bananas, deixo perto de mim, e mostro a eles, que vêm numa velocidade incrível!”, conta Janaína, de 30 anos.

Mas é por uma arara-azul, ave em extinção da fauna brasileira, que Jana nutre xodó especial. “Ela vive na região e criou um vínculo comigo e com meu pai, Carlos. Às vezes, fica uns dias sem aparecer. Depois, surge novamente. Ela é linda. Quando nos vê, vem toda toda. Fica em nosso braço”, revela.
Apesar de ter sido criada na cidade, a loura diz que desde a infância tem um elo com a natureza. “Meu pai nasceu em fazenda. E praticamente já tivemos um zoológico em casa. Eram 14 cães, dois periquitos, um papagaio, um jabuti e dois coelhos que eu amava”.
Para Janaína, ter um bicho de estimação é fundamental na vida do ser humano. “Eles nos ensinam muitas coisas: amizade, amor. Mesmo no silêncio, a alegria de estar com seus donos nos ensina que as gargalhadas não são compradas”, observa. Da temporada que passou em ‘A Fazenda 3’, ela lembra com bom humor de como lidava com a bicharada. “A vaca era uma comédia. Dava um show em mim! Fazia as necessidades na metade do processo de ordenhar, era geniosa. As ovelhas são lindas, educadas e charmosas!”.
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